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sexta-feira, junho 4

Caminhada

Sete da manhã, inicio a caminhada pelos locais que surgem nas postagens seguintes.  O sol, o cheiro a feno, os trigais aloirados, o sol de Junho....Desfrutem  a beleza singela destes sítios bucólicos, onde o cheiro do feno, da madressilva e das roseiras bravas se fundem  num só..

segunda-feira, abril 26

Caminhada matinal

Finalmente o sol é presença assídua nos nossos dias ajudando a natureza a renovar-se . Hoje, como é meu hábito, fiz mais uma caminhada por este velhos caminhos rurais que sulcam  os campos desta freguesia.Ah se estes caminhos falassem! Quantas histórias não nos contariam....quantas pessoas os percorreram...Chegariam até nós as vozes dos ancestrais que habitaram estes sítios e as dos caminhantes. Chegariam até nós o som dos carros de bois que se sumiu para sempre no tempo.Chegariam até nós as alegrias e tristezas , de tudo quanto aqui aconteceu, mas como é impossível parar o tempo e espreitar o passado, apenas a imaginação e a rememoração daquilo que vivemos, no-lo permitem. Limite-mo-nos pois  a ver, a observar , e a impregnar os sentidos com  a beleza ímpar que a natureza prodigamente nos dá.

sábado, março 13

Caminhada

Hoje, fui obrigada a caminhar com botas de borracha,devido ao estado em que se encontravam os caminhos.A primeira fotografia que postei , revela o estado em que se encontram. Devesa de baixo, encruzilhadas, cimo do carrasco, balicobo, fontanas, fundo do seixo, chaira, lagoa da carva: foram estes os sítios por onde caminhei, após o almoço.Estes locais fazem parte da minha memória afectiva, sítios para onde muitas vezes, quando era pequena levava as vacas ao pasto. Caminhar por aí, é entrar nos escaninhos da memóriar e...rememorar um tempo feliz.

quinta-feira, março 4

Caminhada

Hoje acordei cedo, e como estava um sol fulgurante,  calcei uns ténis e fiz uma caminhada. Caminhei pela estrada alcatroada, porque não é possível caminhar pelos caminhos rurais, visto terem-se transformado em pequenos regatos e outros estão cheios de lama. A natureza está quase a acordar do sono letárgico a que o inverno a forçou.
   As ervas dos lameiros, do vale da fontapedra,e os trigais, e os campos de cevada,de  ferranha,  de aveia, estavam cheios de pequenas gotículas de orvalho , cintilantes pela acção dos raios solares, em suma , estava uma manhã linda.  A esta aurora da natureza, juntou-se uma  sinfonia do canto dos pássaros,que saúdam desta forma, o acordar da mãe natureza.